CARPE DIEM
Aproveita, aproveita … mas atenção! Usa protector quanto baste.

Aproveita, aproveita … mas atenção! Usa protector quanto baste.

Ouvi o carro da recolha de lixo quando lia o original de ‘Os Três Mosqueteiros’ e logo me assaltou um pensamento: “When you carry on so much silence it must do some kind of noisy”.

Diz o povo com a razão que lhe basta que 'nem só do pão vive o homem' e, fazendo jus ao ditado, hoje quero também o queijo e a faca.

"Eu não minto, eu não engano e eu não ludibrio." (sic), (Vitor Gaspar, Assembleia da República, 09.05.2012)

Quando se confunde o norte com o sul, é bom estar prevenido com um pau de dois bicos, porque só haverá hipótese de falhar os objectivos se o vento tocar castanholas e sacudir areia para os olhos.

Eu e as minhas amigas fomos tomar café para pôr a conversa em dia e evidenciando respeito pelo ‘burro que falava’ a Teresa escutava e a Lurdes, maldosa, sorria com alguma ironia e displicência. Ofendida, a Teresa, que é minha amiga do peito, ‘arrebitou a orelha’ e disse:
“- Olha, curiosamente, o meu pensamento vai de encontro ao teu!...”
Ditas estas palavras já eu jazia no chão, derrubada da cadeira pelo pensamento da Teresa.
“- Eh, pá … ó Teresa, fiz-te algum mal?!... "
Livra! É que fiquei atordoada!

Não percebo, sinceramente, como é que tudo isto funciona. Consta que ‘o sol quando nasce é para todos’ pelo que não vejo justificação para tanta chuva e falta de pasto.
(P.S. – Não concordo. Mantenho-me firme)

‘Nem tudo o que reluz é ouro’. Porventura será um aparelho dentário fluorescente na escançaria de imponderado utilizador que numa ‘confusão de narizes’, como quem ‘limpa armas em tempo de guerra’, tem um morango latente no peito e exclama interrogador, por oposição às expectativas: “ Melancia?!...”

Um remoinho é algo que mói duas vezes ou atinge uma velocidade na moagem superior à da mó. Até aqui ainda vá, mas um tornado segundo esta explicação, não esclarece a origem da torna nem da velocidade que atinge, pelo que no mínimo deveria chamar-se retornado. Eu acho.

Achei pertinente ter encontrado este humor de mural no dia em que se comemorava o Dia do Sorriso e deixo-o aqui para que possa sorrir um ou dois dias depois ... ainda.

Hoje, para todos nós, portugueses, uma salva de paz!
(Paz! Paz! Paz! Paz!...)

De candeias às avessas com a erudição ou inspiração, que suponho ser reflexo da permanente oscilação do custo do petróleo, imaginei agarrar num quilo e meio de etiquetas minhas e, aleatoriamente compor um despropósito qualquer. Certa, porém, de que santos da casa não fazem milagres e de que é muito pouco higiénico curar a dentada do cão com o seu próprio pêlo … então, hoje não publico mensagem alguma.

A (des)propósito da falácia que hostiliza os gatos (dizem, às vezes, que vão às filhós que é guloseima que os felídeos desdenham com displicência q.b.), lembrei-me dos doces e frituras também associados à época natalícia e, concomitantemente, da magnífica expressão popular quando existe um acentuado movimento da massa de ar na atmosfera (rabanada de vento),duplicando o dislate de trocar o leite pelo vinho ao designar por rabanada a fatia dourada. Presumivelmente, se o gato vai (ou terá ido) às filhós é condicionante de precaução ou preservação.

As redes sociais estão a funcionar como uma espécie de ‘guethos’ onde é sempre possível entrar para a família mas de registo feito, sem juntar os ‘gostos’.
Ora, ‘cada terra com seu uso, todas todas …’ com opinião, eu não alinho, não quero, não gosto, não aprecio, acho desnecessário, infrutífero e até um bocado anti-tudo o que considero apreciável e justo… o tal Facebook que é tão ficcional quanto este blog (ou mais!) mas tem o botão ‘Gosto’ só para a família. É justo?!...